
Num dia de verão, sentado numa soleira de porta, estava um jovem a observar o movimento. As pessoas passavam apressadas, imbuídas do stress diário e de vidas rotineiras. Almas solitárias, perdidas num tempo em que foram felizes, desencontradas de si. Eis que se aproxima uma rapariga. Os cabelos castanhos emanavam uma doce fragrância. Vento levanta o véu e deixa a descoberto um olhar que buscava o do rapaz. Naquele momento o tempo parou e ambos se beijaram.
Hoje o jovem rapaz senta-se dia após dia, ano após ano à soleira da porta à espera que a rapariga passe… Envolto em lágrimas, canta uma canção onde uma rapariga o beijou e amou…

1 comentário:
Que poesia...mas, por acaso...no te tera acontecido a ti mesmo...?
Enviar um comentário